A inteligência artificial entrou na batalha política
Até na guerra em seu sentido mais brutal a inteligência artificial já deixou de ser detalhe técnico. Drones guiados por sistemas cada vez mais autônomos, reconhecimento de alvos, cruzamento instantâneo de dados, vigilância ampliada e decisões aceleradas por máquinas estão mudando a forma de ocupar, perseguir e matar. A tecnologia já entrou no centro dos conflitos contemporâneos. Seria ingenuidade imaginar que, diante disso, ela não alteraria também a guerra cultural, a disputa política e a luta pela hegemonia.