Oscar Schmidt e o raro ofício de não se trair
O Brasil amanheceu atravessado por uma emoção difícil de conter. Na televisão, a voz de Tadeu Schmidt vacilava diante das câmeras do BBB 26, tentando sustentar o profissionalismo enquanto a perda lhe escapava pelos olhos. Ali, ao vivo, o país compreendeu que não se tratava apenas de um luto familiar: era o adeus a Oscar Schmidt, morto aos 68 anos em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana já em parada cardiorrespiratória. A notícia não chegou fria; veio carregada de afeto, memória e uma espécie de reverência coletiva.