Pedro Bial: à frente de Curry e diante de Kobe, Oscar nunca entrou para brincar
A primeira vez que vi Oscar, ele estava do outro lado da quadra, era o adversário. O mais indesejado adversário, dois metros e cinco de altura e cinco metros de ferocidade, caprichava na cara feia. Oscar, na seleção paulista, eu, na carioca. Tínhamos 18 anos, ele ainda era pivô. À época, 1976, os jogadores da altura dele eram mondrongos — com a exceção do brilhante Marquinhos Abdalla Leite —, serviam como postes, para rebotes e jogadas no garrafão.