economy
março 31, 2026
A commodity que não se fabrica
Projetos como Quinta do Monte d’Oiro, Petra e Almaviva ilustram como a busca por solos ideais e o resgate de linhagens históricas, de Napoleão ao Vale do Rhône, criaram vinhos que apagam as fronteiras entre o nativo e o estrangeiro

TL;DR
- José Bento dos Santos trocou a mineração pela viticultura ao perceber que a terra é uma commodity única.
- A Quinta do Monte d’Oiro, em Portugal, cultiva uvas francesas como Syrah e Viognier em solo com influência atlântica, com manejo orgânico.
- Na Itália, o projeto Petra resgatou o legado de Elisa Bonaparte ao plantar uvas internacionais em um terroir histórico na Toscana.
- O projeto chileno Almaviva, uma parceria entre Rothschild e Concha y Toro, foca em tintos sul-americanos com uvas francesas clássicas nas terras do Maipo Alto.
- Esses projetos demonstram como as fronteiras entre vinhos nativos e estrangeiros se tornam tênues com a busca por solos ideais e a valorização de linhagens históricas.
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