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abril 25, 2026
Advogados destituídos por Moraes reforçam questionamentos da Defensoria no caso Tagliaferro e pedem nulidade de atos
Formado em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, é editor em Brasília. Em Oeste, atuou como repórter especial, editor-assistente e redator. Começou a carreira na revista Veja, na coluna de Augusto Nunes. Cobre política, Judiciário e Mundo

TL;DR
- Advogados de Eduardo Tagliaferro contestam decisão do ministro Alexandre de Moraes.
- Sustentam que a substituição de sua defesa ocorreu sem intimação pessoal de Tagliaferro, que reside na Itália.
- Questionam a qualificação de Tagliaferro como "foragido da Justiça", afirmando que não há ordem judicial específica.
- Solicitam esclarecimentos sobre advertências de má-fé e procrastinação processual.
- Pedem a declaração de nulidade da nomeação da Defensoria Pública da União (DPU) e o restabelecimento de sua defesa original.
- Tagliaferro tornou-se réu por suposta violação do sigilo funcional devido ao vazamento de mensagens sobre um "gabinete paralelo" na Justiça Eleitoral em 2022.
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