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abril 18, 2026
Impeachment de Dilma completa dez anos com conta aberta
A então presidenta Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), viu a Câmara dos Deputados autorizar em 17 de abril de 2016, por 367 votos a 137, a abertura do processo que a derrubaria do Palácio do Planalto em 31 de agosto daquele ano, quando o Senado Federal confirmou o impeachment por 61 votos a 20. Dez anos depois, a sessão continua no centro da memória política porque ajudou a empurrar a extrema direita para o primeiro plano e abriu uma década de privatizações, aperto social e precarização do trabalho cujos efeitos ainda pesam no bolso do brasileiro.

TL;DR
- O impeachment de Dilma Rousseff em 2016 foi autorizado pela Câmara dos Deputados e confirmado pelo Senado, impulsionando a extrema direita.
- A década seguinte foi marcada por privatizações, como a venda de refinarias e da Copel, e aperto social.
- Houve precarização do trabalho, com aumento da pejotização e reformas trabalhista e da Previdência que endureceram regras.
- Figuras políticas centrais do processo de impeachment, como Dilma, Temer e Eduardo Cunha, continuam com relevância política ou em cargos importantes.
- Os efeitos econômicos das privatizações, como no setor de combustíveis e energia, resultaram em aumento de custos para o consumidor.
- A disputa sobre os fundamentos jurídicos do impeachment e casos relacionados, como as pedaladas fiscais, ainda geram discussões.
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