politics
abril 8, 2026
Manobras e prescrição blindam Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas
Após provas anuladas pelo STJ e negativas do TJ-RJ, prescrição e falta de elementos lícitos encerram caso de lavagem de dinheiro em franquia de chocolate

TL;DR
- Investigação sobre "fábrica de chocolates" de Flávio Bolsonaro termina sem julgamento de mérito.
- Manobras jurídicas, nulidades processuais e prescrição impediram a continuidade da punição estatal.
- O caso envolveu movimentações atípicas na Bolsotini Chocolates e Café Ltda., com depósitos fracionados para evitar fiscalização.
- Ex-sócio alega que Flávio Bolsonaro utilizou R$ 200 mil em espécie para o aporte inicial e cobra dívida de R$ 1,5 milhão.
- Investigação apontou uso da loja para lavar R$ 1,6 milhão, possivelmente de "rachadinhas" da Alerj.
- STJ anulou quebras de sigilo bancário e fiscal, tornando provas derivadas ilícitas pela doutrina dos "frutos da árvore envenenada".
- TJ-RJ arquivou a denúncia a pedido da Procuradoria-Geral de Justiça devido à inviabilidade de reabertura criminal e prescrição técnica.
- Resta apenas o imbróglio cível entre os ex-sócios.
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