politics
abril 17, 2026
PF aponta uso de 'empresas de prateleiras' em suposto esquema usado por Vorcaro para oferecer imóveis de luxo a ex-chefe do BRB
Os seis imóveis de alto padrão que, segundo a Polícia Federal, foram oferecidos como propina ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, estavam vinculados a empresas registradas em um mesmo endereço e que, inicialmente, tinham como capital social de R$ 500. Costa foi preso nesta quinta-feira durante nova fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude financeira no negócio entre a instituição financeira de Brasília com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/6/v/IQifg1S6iE8KJBjw4ivg/arte-2026-01-23t160838.962.png)
TL;DR
- Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso na operação Compliance Zero.
- Investigação aponta que Costa teria recebido seis imóveis de luxo como propina.
- Os imóveis, avaliados em R$ 146,5 milhões, estavam vinculados a 'empresas de prateleira'.
- Essas empresas foram registradas no mesmo endereço com capital social inicial de R$ 500 para ocultar a titularidade dos bens.
- O esquema envolveria fraude financeira no negócio entre o BRB e o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
- Hamilton Edward Suaki, cunhado de Daniel Lopes Monteiro, é apontado como operador das empresas fictícias.
Continue lendo o artigo original