politics
abril 17, 2026
A moça do batom
Em sua primeira entrevista, Débora Rodrigues relata a vida na cadeia, as ameaças de outras detentas, a separação dos filhos e a rotina em prisão domiciliar depois da condenação pelo 8 de janeiro

TL;DR
- Débora Rodrigues relata a agonia vivida na prisão, incluindo o cheiro das celas, piolhos e frio.
- Ela descreve a hostilidade de outras detentas, em sua maioria de esquerda, por não revelar o motivo de sua prisão.
- A cabeleireira sente falta dos filhos, que demonstram sinais de impacto emocional pela sua ausência.
- Débora foi ameaçada de morte e passou dias sem dormir devido ao frio em uma das unidades prisionais.
- Atualmente em prisão domiciliar, Débora é monitorada por tornozeleira eletrônica e tem restrições de sair de casa, impedindo-a de trabalhar.
- A fé, através da leitura da Bíblia, foi fundamental para Débora atravessar o período mais difícil no cárcere.
- Débora se arrepende de ter escrito "perdeu, mané" na Estátua da Justiça e não imaginava a repercussão.
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