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abril 8, 2026

O ruído como arquitetura invisível em “O Som ao Redor”

Filme de Kleber Mendonça Filho transforma sons cotidianos, vigilância e paisagem urbana em linguagem para expor medo, classe e violência latente no Recife.

O ruído como arquitetura invisível em “O Som ao Redor”

TL;DR

  • O filme de Kleber Mendonça Filho emprega sons cotidianos.
  • A vigilância e a paisagem urbana são usadas como linguagem cinematográfica.
  • A obra aborda o medo, a classe social e a violência latente.
  • O cenário principal para a exposição desses temas é o Recife.

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