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abril 20, 2026
Homicídio ou suicídio? Cabeleireira vai a júri por morte de marido PM
Três tiros, duas versões e nenhuma conclusão definitiva. Dez anos após a morte do policial militar Alan Damasceno Castro aos 27 anos, a Justiça paulista levará a júri popular, nesta semana, a esposa da vítima, uma cabeleireira, mãe de dois filhos, que nega de forma categórica tê-lo matado.

TL;DR
- Ranielly Antunes Castro será levada a júri popular dez anos após a morte de seu marido, o policial militar Alan Damasceno Castro.
- A acusação é de homicídio qualificado por motivo torpe, mas Ranielly afirma que Alan se suicidou após uma discussão sobre traição.
- Laudos periciais apresentaram resultados inconclusivos, compatíveis com ambas as hipóteses de homicídio e suicídio.
- O promotor, após analisar as incertezas, pediu a impropronúncia de Ranielly, mas a juíza rejeitou, determinando que o júri decida.
- A defesa da cabeleireira expressa confiança na inocência da ré e na Justiça para comprovar os fatos.
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