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abril 18, 2026
Política do RJ virou 'salada mista indigesta', mas STF cria pânico na crise, diz ex-governador
O advogado Nilo Batista, 82, ex-governador do Rio de Janeiro, não gosta de ser chamado pelo título que o Palácio Guanabara lhe conferiu.

TL;DR
- Nilo Batista, ex-governador do Rio, prefere ser reconhecido como advogado e professor de direito penal, distanciando-se da política.
- Ele atribui a crise política constante no Rio à derrota do grupo político de Leonel Brizola, chamando o grupo que o sucedeu de 'salada mista indigesta'.
- Batista critica a decisão do STF de manter o desembargador Ricardo Couto como governador interino e as declarações de Gilmar Mendes sobre a ligação de deputados ao jogo do bicho.
- Defende que o debate político no Rio perdeu a ideologia, focando mais em questões superficiais do que em ideias e programas.
- Critica a aposta no confronto na segurança pública e a legislação ultrapassada sobre drogas, comparando com a situação nos EUA.
- Afirma que o crime e a política podem ter contatos, mas exige provas para acusações, alertando contra a criação de pânico.
- Acredita que a manutenção de Ricardo Couto como governador interino contraria a Constituição e que a eleição para o cargo deveria ser indireta.
- Sugere que a esquerda discuta política de forma mais profunda e tenha um discurso próprio sobre política criminal, em vez de aderir a posições mais duras.
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