politics
abril 25, 2026
Sionismo não tem compromisso ideológico, exceto consigo mesmo, diz Mansur Peixoto
247 - O sionismo opera acima de divisões entre direita e esquerda e influencia agendas políticas, afirmou Mansur Peixoto ao analisar, em entrevista, como esse movimento atravessa diferentes campos partidários e se projeta sobre o debate público. Para o criador do projeto História Islâmica, a atuação sionista não se orienta por alinhamentos tradicionais, mas por uma lógica própria de poder e preservação.

TL;DR
- O sionismo opera acima de divisões de direita e esquerda, influenciando agendas políticas.
- O movimento tem uma lógica própria de poder e preservação, não se orientando por alinhamentos tradicionais.
- Mansur Peixoto descreve o sionismo como supremacista e etno-supremacista, com compromisso apenas consigo mesmo.
- O sionismo historicamente construiu alianças com diferentes forças políticas conforme seus interesses.
- O movimento financia carreiras políticas e midiáticas, cobrando submissão ideológica em troca.
- Iniciativas para punir críticas a Israel visam restringir o debate político, focando em governos e não na estrutura do regime.
- O avanço da criminalização de críticas a Israel é visto como reação ao desgaste internacional, não força.
- No Brasil, o sionismo encontra difusão em matrizes políticas e religiosas, incluindo o campo evangélico e a direita organizada.
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