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abril 24, 2026

Educação não é quartel: contra militarização em São Paulo

Texto denuncia impactos sociais e políticos da medida, critica a precarização do ensino e defende mobilização por uma educação pública crítica e inclusiva.

Educação não é quartel: contra militarização em São Paulo

TL;DR

  • A militarização das escolas em São Paulo é um projeto político autoritário, excludente e antipopular.
  • O governo Tarcísio de Freitas adota a militarização como forma de controle e repressão, em vez de garantir educação de qualidade.
  • A política ignora problemas reais como falta de investimento, precarização e baixos salários, focando em impor disciplina pela força.
  • A militarização silencia a escola pública, impedindo o pensamento crítico e a organização estudantil, ameaçando projetos autoritários.
  • A medida faz parte de um pacote de destruição da educação pública, que inclui privatização, terceirização e sucateamento.
  • O objetivo é enfraquecer a escola pública para entregá-la ao mercado e controlar ideologicamente a juventude.
  • A história mostra que tentativas de silenciar a juventude encontram resistência, como em ocupações e mobilizações estudantis.
  • Derrotar a militarização exige enfrentar o projeto em todas as frentes: fortalecendo grêmios, construindo mobilizações e derrotando eleitoralmente os governantes.
  • Educação é investimento, escola não é quartel e estudante não é inimigo.
  • É necessária uma escola que liberte, com professores valorizados, infraestrutura, acesso à cultura, ciência e tecnologia.
  • A luta contra a militarização é pela construção de outro projeto de sociedade, com juventude tendo voz, direitos e futuro.
  • A resposta à militarização será 'barulho' e luta, com a juventude na linha de frente por uma educação popular, democrática e transformadora.

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