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abril 17, 2026
Esquema com funkeiros para lavar dinheiro do tráfico movimentou R$ 1,6 bilhões
Formada em jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida e com pós-graduação em mercado financeiro e de capitais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Passou pelo TradeNews antes de se tornar repórter da Revista Oeste.

TL;DR
- A Polícia Federal identificou um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão em 24 meses.
- Funkeiros e influenciadores digitais eram usados para dar aparência lícita a recursos do tráfico de drogas, apostas ilegais e rifas virtuais.
- MC Ryan SP é apontado como o líder e principal beneficiário econômico do esquema.
- Empresas de produção musical e entretenimento foram usadas para misturar receitas legítimas com valores ilícitos.
- Recursos eram usados para adquirir bens de alto padrão, como imóveis e veículos de luxo, e ostentados nas redes sociais.
- O esquema utilizava processadoras de pagamento, 'contas de passagem', 'laranjas' e a técnica de 'smurfing'.
- Ativos digitais, como o criptoativo Tether, eram usados no exterior para remessas e ocultação de patrimônio.
- A PF sustenta que a base do esquema está conectada ao crime organizado e ao tráfico internacional de drogas.
- MC Poze do Rodo foi alvo de mandado de prisão preventiva, citado como vinculado a estruturas financeiras relacionadas à circulação de recursos ilícitos.
- O dono da página Choquei teria atuado como operador de mídia, divulgando conteúdos favoráveis aos funkeiros e promovendo plataformas ilegais.
- A Operação Narco Fluxo cumpre mais de 200 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária.
- Os investigados poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
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