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abril 24, 2026
Funkeiros dos anos 1990 brigam com selos para reaver seus direitos autorais
Obra do artista Jota - Divulgação

TL;DR
- Artistas de funk dos anos 90, como MC Marcinho e Tati Quebra Barraco, relatam não ter recebido por composições devido a contratos considerados injustos com produtoras.
- A disputa envolve principalmente as empresas Furacão 2000, de Rômulo Costa, e Link Records, de DJ Marlboro, que administravam e exploravam comercialmente as obras musicais.
- Advogados especializados em direito autoral explicam que contratos de cessão, onde o autor fica com uma porcentagem menor dos direitos, eram comuns e desfavoráveis aos artistas.
- DJ Marlboro e Rômulo Costa defendem a legalidade de seus contratos, atribuindo a baixa remuneração aos artistas à própria lei de direitos autorais ou a irregularidades de rivais.
- Há processos judiciais em andamento envolvendo as empresas de DJ Marlboro e artistas como Ludmilla e Xamã, além de disputas entre as próprias produtoras.
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