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abril 19, 2026

Silêncio das classes jurídica e jornalística fortalece censura do STF

Classes jurídica e jornalística mantêm silêncio institucional em relação à censura contra a direita promovida pelo STF.

Silêncio das classes jurídica e jornalística fortalece censura do STF

TL;DR

  • A ABI defendeu o jornalista Breno Altman contra denúncia por racismo, mas não se manifestou sobre bloqueios de contas e censura contra comunicadores de direita.
  • Casos como a prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio e a detenção de Sérgio Tavares não geraram repúdio de entidades de imprensa.
  • A classe jurídica, incluindo a OAB, tem negligenciado a crítica a medidas do STF que restringem a liberdade de expressão.
  • Medidas de censura prévia, como as impostas a Daniel Silveira e Filipe Martins, foram normalizadas pelo ministro Alexandre de Moraes.
  • O silêncio de juristas e advogados se deve a fatores como temor de retaliações, interesses de carreira, dependência institucional e adesão ideológica.
  • O ambiente acadêmico e o medo de retaliações fomentam a autocensura entre juristas e acadêmicos.
  • Decisões do STF, como a que reinterpreta o Marco Civil da Internet, ampliam o alcance da censura prévia e geram insegurança sobre publicações futuras.

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