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Sem aprovação em nenhum país, retatrutida já é vendida ilegalmente no Brasil e apreensões disparam
Retatrutida: pesquisa confirma perda de até 28% do peso com nova injeção semanal
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TL;DR
- A retatrutida, medicamento para obesidade em desenvolvimento pela Eli Lilly, não possui aprovação em nenhum país, incluindo o Brasil.
- Canetas com o nome retatrutida são vendidas ilegalmente em sites e redes sociais, com apreensões crescentes na fronteira brasileira.
- A Anvisa confirmou que a retatrutida está em fase de estudos clínicos e não tem pedido de registro.
- O uso de produtos ilegais expõe os pacientes a riscos de contaminação, dosagem incorreta, reações alérgicas graves e outras substâncias perigosas.
- A retatrutida atua em três receptores (GLP-1, GIP e glucagon), prometendo maior perda de peso e efeitos metabólicos que medicamentos atuais.
- Estudos indicam perda média de 28,3% do peso corporal em pacientes com diabetes tipo 2 e potenciais benefícios para apneia do sono e osteoartrite.
- Efeitos adversos comuns incluem náuseas, diarreia e constipação, com aumento do abandono em doses mais altas.
- Especialistas alertam para a falta de controle sobre a composição, esterilidade e dosagem dos produtos vendidos ilegalmente.
- A Lilly recomenda a compra de medicamentos apenas de fontes confiáveis e reforça que ninguém pode comercializar a retatrutida.
- Para tratamento, a orientação é usar medicamentos já aprovados e registrados no Brasil, sob acompanhamento médico.