economy
abril 8, 2026
Fim do home office não provoca onda de demissões, mas dificulta atração de talentos
Pesquisa da Korn Ferry mostra que o modelo híbrido se firmou como padrão no Brasil e que a rigidez na política de trabalho cobra um preço na contratação

TL;DR
- 52% das empresas brasileiras não veem aumento nas demissões voluntárias com a redução do home office.
- Para 52% das empresas, a exigência de maior presença física dificulta a contratação de novos talentos.
- Trabalho remoto e híbrido continuam associados a ganhos em retenção e desempenho, com melhorias na qualidade de vida e ampliação do alcance geográfico para recrutamento.
- O modelo híbrido com dois a três dias presenciais por semana é o mais eficaz para retenção, com cerca de 30% de presença mensal.
- O modelo híbrido com dias obrigatórios no escritório lidera entre as empresas (51%), seguido pelo 100% presencial (31%).
- Horário flexível é a prática mais disseminada, presente em 65% das organizações em 2025.
- 75% das empresas não alteraram sua política de trabalho remoto nos últimos 12 meses; entre as que mudaram, a maioria reduziu os dias de home office.
- A rigidez excessiva se torna uma desvantagem, especialmente em áreas com talentos disputados como tecnologia, afetando atração, retenção e consistência cultural.
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