tech

Brasil tem um baita acelerador de partículas, o Sirus; veja como ele funciona

Tudo o que existe no mundo é feito de partes bem pequenininhas que a gente não enxerga —são os átomos. Dentro deles tem partes ainda menores, que são os prótons, nêutrons e elétrons. Para entender como o mundo funciona, os cientistas precisam enxergá-los como se estivessem a olho nu. Mas como, se eles são invisíveis?

Brasil tem um baita acelerador de partículas, o Sirus; veja como ele funciona

TL;DR

  • O Sirius é um acelerador de partículas do tamanho de um campo de futebol, localizado em Campinas, SP.
  • Ele utiliza elétrons em alta velocidade para gerar luz síncrotron, invisível a olho nu, capaz de revelar detalhes minúsculos.
  • A luz síncrotron funciona como um raio-x, permitindo o estudo de células, microplásticos, átomos e outros materiais sem danificá-los.
  • Construído a partir de 2014 e operacional desde 2020, o Sirius é uma das instalações mais avançadas do tipo no mundo e é único na América Latina.
  • Diferente do Grande Colisor de Hádrons (LHC), o Sirius gera luz para atravessar e analisar o interior das substâncias, em vez de colidir partículas.
  • As pesquisas realizadas com o Sirius podem levar ao desenvolvimento de novos medicamentos, tratamentos, compreensão de ecossistemas e inovações tecnológicas.