sports

abril 1, 2026

Março expõe retrocessos no esporte feminino brasileiro

Machismo, punição à maternidade, desmonte de equipes e exclusão institucional mostram que a igualdade no esporte ainda está longe de sair do discurso.

Março expõe retrocessos no esporte feminino brasileiro

TL;DR

  • O mês de março trouxe à tona retrocessos no esporte feminino, evidenciando desafios estruturais e machistas.
  • O jogador Gustavo Marques foi punido por declarações machistas contra a árbitra Daiane Muniz, destacando um pensamento ainda comum.
  • A campeã olímpica Sarah Menezes demitiu-se da Confederação Brasileira de Judô após a licença-maternidade, ilustrando a penalização feminina por maternidade.
  • O Ceará Sporting Club anunciou o fim do projeto de sua equipe feminina de vôlei, gerando repercussão negativa e promessa de continuidade parcial.
  • Novas regras internacionais de elegibilidade para o esporte feminino, anunciadas pelo COI, foram criticadas por aprofundarem exclusões e reacenderem debates sobre padrões impostos.
  • Os episódios demonstram que o esporte, apesar de potencial emancipador, continua sendo um espaço de disputa para as mulheres, exigindo defesa constante de avanços.
  • A organização e a luta coletiva são essenciais para garantir a participação e a transformação das mulheres no esporte.

Continue lendo o artigo original

Made withNostr